quinta-feira, 14 de abril de 2011

caminhando


meus sentidos se aguçam mesmo eu querendo que eles adormeçam. assim seria mais feliz. queria não ver, não ouvir, não perceber. assim eu seria mais feliz. vou ser franca, não quero te perder, mas também não quero te ter somente como curativo da sua tristeza distância. não devemos nos prender. vá viver. se assim deve ser. não irei te perder. partiríamos como deve ser. cada um indo viver aquilo que crê.

sábado, 9 de abril de 2011


e sempre. estarei permeada de sentimentalismo. tão suave e ao mesmo tempo consistente. minhas costas se cansam de tamanho peso. minhas olheiras saltam dos meus olhos como se tivessem levado socos. minha alma estremece. você me enlouquece. devia eu matar-te enquanto adormece.



quarta-feira, 6 de abril de 2011

louca




então perdeu aquilo que achava que era seu ou meu. o meu não é seu. o seu não é meu. o de ninguém é de ninguém mas sempre tem o egoísta que se apossa. toma por si o direito imaginário. triste de mim ser assim.

terça-feira, 5 de abril de 2011

temerosa


meu canto pra choramingar, desabafar, chatear ou apenas respirar.
me sentindo um nada. ou algo obsoleto. minhas palavras de hoje são tristesa, desilusão, carência. dramática não. sozinha no meu ãmago necessitando de algo que não sei bem o quê. egoísta. pode ser. extremamente desesperada por um afago. um sorriso. desculpe. estou sensível. se tocar-me entenderá. do contrário. mau me interpretará.